quinta-feira, abril 26, 2007

Da outra não falam

Segundo acabo de ouvir na SIC Notícias, houve incidentes na Rua do Carmo, em Lisboa, entre "jovens" que se manifestavam e a polícia. Pelo aspecto pouco 'water-friendly' e muito 'alternativo' das criaturas que fizeram queixinhas à câmara daquele canal, era de certeza maltosa da extrema-esquerda. É que se fosse gente da "extrema-direita", o pivô já o teria repetido várias vezes, saboreando estas duas palavras com um gozo quase sexual.

9 Comentários:

Blogger C said...

São essencialmente anárquicos, outros bloquistas, nem tanto JCP, pois estes têm um "look" mais ordeiro.
Os "alternativos" ou "non-water-friendly" ou simplesmente "freeks", gostam da onda do jambé, dos malabarismos de rua, da mendigância, para além de gostarem de festas "goa" ou psicadélicas, de preferência no meio do mato e ilegais - convocadas na hora - com ingestão de drogas como LSD (em gotas ou em papel - os ácidos), anfetaminas, ketaminas, MDMA, haxixe, marijuana, ultimamente houve um surto de consumo de "ice", como acompanhamentos.
Esses rapazolas não perdem uma única manifestação anti-globalização, na sua maioria tem causas como os Sarahuis, para além da Palestina (apesar deste ser um lugar comum entre outros activistas).
Para encontrarmos esta espécie, é questão de passear pelo Chiado, ou pelo jardim do Adamastor (Bairro Alto - perto da Ass. Farmacêutica).
São logicamente "livres-pensadores-alucinados", cidadãos (párias) do mundo, em dias de grande ressaca da drogaria e álcool, lutadores anti-fascistas e vândalos.
Ah! A moda é andar com um cão atrás, sem trela, de preferência arraçados e que aguentem à "estala" das drogas e álcool que seus donos partilham.
Com tantas substências a fazer efeito nessas cabecinhas como é que poderão cuidar de sua higiene e sanidade mental?

1:49 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Ou seja, de extrema-esquerda...

1:55 da tarde  
Blogger C said...

Nem mais, nem menos.
Segundo a Sic-N, anarco-libertários, na posse de cocktails molotov, barras de ferro, etc...

7:11 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Isto é muito mau para nós nacionalistas, os pindéricos de esqquerda atacaram o nosso cartaz e a polícia foi lá e deteve-os, não era suposto isso acontecer, então a polícia protege o que é nosso? Assim como nos vamos vitimizar?

7:55 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

És uma anónimo panascão. Tira os dedos do cu já!

8:34 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

(cont.)
Vai ter com os teus amigos drogados ó bloquinho de merda.

Os nacionalistas não necessitam de vitimização. Não são drogados e doentes mentais como vocês pobres "jovens"!

8:36 da tarde  
Blogger Motim said...

É óbvio que o arrastão anti-fascista é uma inventona!

O que aconteceu realmente foi que a PSP, farta de assistir às aborrecidas celebrações do 25 de Abril, resolveu fazer uma carga policial violenta para levantar a moral, apanhando pelo meio uma inofensiva excursão turística do “Movimento Cívico Não Apaguem o Molotov”. Ao mesmo tempo, barras de ferro, de madeira, very lights e cocktails molotov caíram milagrosamente do céu, incriminando os jovens inocentes.

Antes que esta nova crise de pânico passe ao arquivo morto, é necessário inscrevê-la na história da manipulação de massas em Portugal.

9:46 da tarde  
Blogger Flávio Gonçalves said...

Uma achega ao Vitório: as causas Sarahui e Palestina são também bandeiras do Nacionalismo Revolucionário, principalmente em Espanha mas não só.

10:03 da tarde  
Blogger C said...

Caro Flávio Gonçalves,

Tive o cuidado de referenciar como "lugares comuns" - "apesar deste ser um lugar comum entre outros activistas".

Saudações,

12:36 da manhã  

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