domingo, março 02, 2008

Absurdo lisboeta (2)

Na Baixa, em frente aos Armazéns do Chiado, dois agentes da Polícia Municipal empoleirados em Segways. Lá que fazem vista, fazem, mas estes (caríssimos) veículos não são, decididamente, os mais recomendados para perseguir carteiristas ou outros delinquentes por aquelas ruas íngremes, com altos e baixos dignos de uma Montanha Russa, nem pelas vielas estreitinhas e esburacadas. É o "choque tecnológico" socretino na vertente absurda lisboeta, subsidiado pelas carteiras dos munícipes.

8 Comentários:

Anonymous zé lisboeta said...

Também já os vi por ali. Perfeitamente ridículo, só para fazerem vista para os turistas.

2:27 da manhã  
Anonymous sila said...

Para alcançar os carteiristas, a PSP prepara trotinetes com molas.

4:10 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

O Costa só gasta dinheiro em inutilidades e não manda varrer as beatas que cobrem os passeios e as ruas de Lisboa desde que a lei do tabaco entrou em vigor.

7:42 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Misha Defonseca, uma "sobrevivente do holocausto", afinal confessa que as atrocidades descritas eram mentira, oriundas da sua imaginação... e que nem sequer é judia... e assim confirma o Diário de Notícias de ontem, embora os revisionistas já venham a expor esta imaginativa autora de mentiras desde a publicação original do seu livro, mais uma vez os factos a comprovarem as afirmações revisionistas:


A AFP escrevia ontem que esta era "uma história demasiado bela para ser verdadeira". Durante uma década, as memórias de Misha Defonseca, que percorreu 3 mil quilómetros, a pé, durante três anos, em busca dos seus pais, foi comovente exemplo da vida real. Havia quem encontrasse no relato pormenores menos credíveis, mas a verdade só agora veio ao de cima: a memória era uma fabricação.

Misha contou a sua história imaginária em 1997, num livro "autobiográfico" que foi um êxito de vendas, não apenas no seu país de origem, a Bélgica, mas em várias traduções.

O livro narra a história de uma criança de oito anos que atravessou a Europa, em 1941, à procura dos seus pais, mortos no Holocausto. O cinema aproveitou o enredo para um filme que está a fazer carreira brilhante em França, Sobreviver Com os Lobos, da cineasta Véra Belmont. [leia esta notícia na integra]

8:54 da tarde  
Blogger Pedro Botelho said...

E não se esqueça o preclaro anónimo que a valente Misha tinha, também aos 8 ou 9 anos, não só vivido com uma matilha de lobos depois de ter atravessado sózinha a Europa de lés a lés, mas ainda morto um soldado alemão com as suas próprias mãos de criança precocemente desenvolvida.

E o mais engraçado de tudo, segundo nos confia o Le Monde é que esta impagável historieta só foi descoberta graças... aos «historiadores judeus» (sic)!...

Nada mais, nada menos, embora não ofereça sequer um único nome de «historiador judeu» para fazer concorrência aos pérfidos revisionistas que há anos se riem com mais este disparate, capaz de fazer concorrência às câmaras de gás/gasóleo/vapor de água/electrocução genocidas do sempre venerado «Holocausto»...

Ah, é verdade. A propósito dos novos segways da polícia, também eu os vi no Rossio. A utilidade de tais veículos na cidade de Lisboa é notória. Agora é só esperar pelos pogo sticks que parece que vão ser encomendados ...

1:22 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

É sempre um prazer ler o que escreve, Pedro Botelho!

8:24 da tarde  
Anonymous blogcrawler said...

Dêem-lhes mas é patins em linha. Hehehehee!

6:08 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

pois eu já precisei deles e foram bem úteis. com a mobilidade que tem aquele aparelho, depressa chegaram ao local que eu indiquei por telemovel e resolveram a situação. é claro que não são o ROBOCOP, que resolvia sempre tudo.

8:09 da tarde  

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