terça-feira, setembro 18, 2007

Cozinhado

O carbonário e conspirador anti-monárquico Aquilino Ribeiro no Panteão Nacional, a poucos dias de mais um 5 de Outubro, e a escassos meses do centenário do regicídio, em que o escritor esteve indubitavelmente envolvido? Cheira a cozinhado da maçonaria a léguas de distância.

37 Comentários:

Anonymous Anónimo said...

Tem toda a razão. É uma provocação boçal.

1:54 da tarde  
Blogger Barão da Tróia II said...

Cozinhado maçonico, talvez! Mas entre tanto cozinhado, também não faz diferença nenhuma. Boa semana

3:56 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

---» Vá lá vai!!! Vocês acham isto normal???
---» Muito preocupados com a maçonaria... e pouco preocupados com os 'Descendentes de Obikuelus'...


DE FACTO: 'Descendentes de Obikuelus'... albaneses do Kosovo («Sérvios»)... (nota: todos aqueles que conquistaram uma nacionalidade pelo processo FORMALIDADE BUROCRÁTICA)... não são de confiança; isto é: eles estão-se completamente a borrifar para a linha de pensamento dos 'descendentes de Aljubarrota' (e afins, por essa Europa fora). Uma observação: os OTÁRIOS são livres de pensar o contrário.
A Sérvia só ainda não foi DESMANTELADA... porque têm existido outros europeus a travar o processo... no entanto (com a sua evolução demográfica imparável) quando os 'descendentes de Obikuelus' dominarem demograficamente toda a Europa... ninguém irá travar o DESMANTELAMENTO (desmoronamento como um castelo de cartas) dos países europeus.
{nota: poderá vir a acontecer um Novo Tratado de Tordesilhas: os 'descendentes de Obikuelus' [Africanos, os Mestiços, os Árabes,...] poderão acordar, entre si, a divisão/partilha da Europa!}

4:15 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Um belo exemplo de "cidadania", sem dúvida. Os pedreiros fazem o que lhes apetece. E nós deixamos.

4:44 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Pois... A pergunta que se impõe e' esta: será que vão retirar de lá o Bacalhoa para meter o pistoleiro no seu lugar?...

Já agora, podiam colocar os túmulos face a face, como os do Pedro e da Inês. E depois, no dia do juízo final, hello birds, hello trees, hava naguila, etc.

A confusão que vai ser...

9:27 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Aquele Panteão também é uma salgalhada, tudo sem um critério rigoroso.

9:35 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Cozinhado de avental? So what?
Quantos não estão lá por outros cozinhados?

10:01 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Antes um Aquilino do que 20 Amálias. Há alguma dúvida?

10:51 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Eu só leio o Aquilino quando o traduzirem para português. Mas alguém hoje ainda lê o quase ilegível Aquilino? É um autor datado e arquivado.

11:01 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Se alguém ainda hoje lê o Aquilino?!!! Há cinquenta anos com 40% de analfabetos é que seria difícil ser entendido. Esse ou outro.

11:31 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

my

Você é um assassino como o Aquilino que defende.
Amália Rodrigues honrou sempre o nome de Portugal, nunca o manchou de sangue como Aquilino.
E é verdade que nem ontem nem hoje ninguém lê Aquilino. Só foi lido nos manuais do Estado Novo. Duvida?

10:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Claro que duvido, Viriato (mais um), e sei bem do que falo. Não o lê é toda a gente, porque nem todos dominam as competências do Português e nomeadamente as da leitura.

Agora quanto ao Aquilino ser um assassino com mãos manchadas de sangue e eu também, por extensão, essa afirmação vale o que vale, é pura ideologia e essa, nos dias de hoje, é em Portugal completamente livre.

E mais vale não irmos por aí se não começávamos no Marquês de Pombal (grande estadista, por acaso), continuávamos com os Braganças e acabávamos no Salazar. E até porque o Aquilino não matou ninguém, na altura do regicídio estava em França. Só se foi por telepatia ou teletransporte, mas acho que nessa altura ainda não se sabia muito disso...

A Amália, enfim, tinha uma voz que era uma força da natureza dificilmente substituível, uma inteligência musical prodigiosa, mas é tudo. Era uma cantadeira, e um Panteão para cantadeiras, valha-me deus... Até ela própria se espanta de estar lá, tenho a certeza.

1:20 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Sr. MY

Amália Rodrigues foi sempre uma Mulher que teve Honra em ser Portuguesa.
E sabe bem que a escrita do Aquilino não tem a categoria de um Eça ou Camilo. Esses sim, mestres da nossa Língua.
Hoje ninguém lê Aquilino, como não lê Redol ou Namora. São escritores em que a ideologia se sobrepôs à escrita. Não têm interesse.
E também sabe que este episódio sórdido foi todo encenado pela maçonaria irregular do GOL.

Saudações Nacionalistas, e o Viriato é só um…, não há ‘cópias’.

2:58 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Amália Rodrigues foi sempre uma Mulher que teve Honra em ser Portuguesa.

Esta frase aplica-se a uns tantos milhões de portuguesas. Onde são as inscrições para o Panteão?

Meu caro, se 'ninguém' lê Aquilino, Redol, Namora, é pela mesma razão que lêem a Margarida Rebelo Pinto ou o Dan Brown. Mas seria mais fácil dizer: os portugueses pouco lêem, ponto.

E não me parece que esteja muito informado quando mete Aquilino junto a Redol e até Namora, vá lá. Aquilino nada tem a ver com a corrente neo-realista, foi um escritor beirão de inspiração beirã. O que não fazia dele cego, surdo e mudo.

É claro que a sua não apreciação de Aquilino é pessoal e intransmissível. O próprio Saramago (comunista, bla, bla, já sei) afirmou publicamente que só tinha ganho o Nobel porque Aquilino já não era vivo. Como vê, uma outra opinião.

Se quer ir para a ideologia, tudo bem, então tem outros muito mais engagés, como o Saramago e o Cardoso Pires.

O que ninguém já lê são os 'afilhados' do Estado Novo, porque praticamente não há, tirando um ou outro. A ideologia de direita nunca foi fonte de grande inspiração, ou não inspirou grandes talentos.

3:27 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Vai à retrete e ler o Soeiro Pereira Gomes, depois podes aproveitar e limpas-te às folhas do livro!

3:30 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Chegou o turno do pide mau.

3:40 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Se tivesse havido pides maus a série, não havia hoje tanto comuna, tanta escumalha esquerdista, nem o my.

5:55 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Sr. MY

Então 'à direita' não há ninguém na literatura que se distingue no salazarismo?
Essa não!
Não vamos entrar em nomes, só um exemplo. Actualmente o Círculo de Leitores edita as obras completas de Fernanda de Castro.
Eu não quis falar de correntes literárias, mas sim dar exemplos de autores que venderam talvez até mais do que Aquilino e que hoje nem lêem ou se recorda.
Mas se quiser podemos entrar por aí.

5:58 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Não há ninguêm que vos dê um tiro?

6:19 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

ah!, ah!, ah!

Aquilo, quantos são? Quantos são?
Já só és tijolo, nem podes ir dar banho à minhoca...

6:32 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Basta lembrar o Almada Negreiros e esse perigoso anti-socialista e enti-comunista, chamado Fernando Pessoa.

6:35 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

É «anti-comunista», claro.

6:36 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Herr Viriato
Eu não disse que não havia ninguém, bem espremidinho um ou outro é capaz de se aproveitar e a Fernanda de Castro nem é o melhor exemplo, apesar de se ter posto em bicos de pés. Uma generala. E até a neta vende mais do que ela, mas isso já tem a ver com iliteracia.

E de resto, quem? O Dantas? O Afonso Lopes Vieira? Até este se demarcou. Rsrsrs
O Vitorino Nemésio, talvez, que afinal não sabemos se o rótulo que deixou que lhe colassem correspondia à realidade.

8:01 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Não, ó literato. O Almada começou por apoiar o Manifesto Futurista do Marinetti mas acabou contra o regime salazarento. E o Fernando Pessoa, idem aspas. Ou acha que alguém inteligente e com talento ficava agarrado àquela meia dúzia de ideias balofas?


E se fosse literato, sabia que não é nem ‘enti-comunista’ nem anti-comunista’, mas simplesmente ‘anticomunista’. Esta de os nacionalistas nem a própria língua usarem correctamente, é a maior negação do tão autoproclamado amor pátrio. Faça o favor de dar uma vista de olhos pelos posts deste blogue e de outros semelhantes e veja quem pior usa a língua e, principalmente, como a usa. A maioria destrambelha-se à 2ª ou 3ª resposta, como se pode ver neste mesmo tema.

8:07 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

«Acabou contra o regime salazarento»? Errado! Se Pessoa não gostava de Salazar, era porque ela era conservador, católico e «quotidiano» demais, e não o grande líder nacional-revolucionário, audaz e inspirador, por que Pessoa ansiava. Disseo o próprio a um meu tio-avô que era amigo dele. Quanto ao Almada, que conheci pessoalmente e com o qual privei algum tempo com alguma intimidade, sempre esteve perto do regime, até ao fim, e a apertar respeitosamente o bacalhau ao botas, como eu vi certa vez na Gulbenkian (privilégios de se ser mais velho e «fascista»). Quanto aos hífenes, ainda escrevo como no «antigo regime», sabe, e a burro velho custa ensinar ortografia nova. Já agora, o que importa é ser «anti» socialista e comunista, com hífen ou sem ele.

8:16 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Ora, ora, literato! O que diz de Pessoa só confirma que o Salazar era indigente demais para ele. E eu nunca disse que algum deles era de esquerda.

Almada, se nunca se virou para a esquerda, não se inibiu de cascar q.b. com aquela linguinha irreverente. E o regime, quanto mais ele cascava, mais se colava a ele com oferta de cargos e encomendas. Não foi fácil gerir esses equilíbrios.

E agora tenho uma novidade para si, já que é tão 'ancien regime': as regras ortográficas, no que respeitam ao hífen e a quase tudo, com excepção de uns acertos na acentuação nos finais de 60, datam de 1945, que foi quando o decreto-lei que estabelece a norma portuguesa foi publicado.

Tão antiguinho que queria ser, e acabou enredado.

8:45 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Sr. MY
Com essa do "Herr Viriato", qualquer pessoa, mesmo que sofra de iliteracia, percebe que você está a insinuar que sou alemão, quiçá germanófilo.
Pois desengane-se, não o sou. E mais, vá para a puta que o pariu!
Respondi-lhe sempre correctamente, e você foi uma besta!

8:48 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Não há problemas. Em breve, com um outro nick, voltamos a conversar.

9:08 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

E você por acaso sabe a minha idade? Ora o rapazola! Cresça, eduque-se e apareça, menino! Voces esquerdistas são todos iguais, arrogantes e cheios de prosápia. Miúdos!

10:29 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

São tão engraçados!
É um prazer andar aqui.

10:55 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Tu, pelo contrário, não tens piada nenhuma, meu chibo.

11:03 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Pois não me leiam. Eu leio-vos com o maior prazer!!!

11:09 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

E eu continuo na minha: é quase impossível meter o dente naquela prosa labutada até ao suor do Camilo. Nem com um dicionário de regionalismos beirões ao lado. Arquive-se! Livra!

11:13 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Do Camilo? Esse também se mudou para a Beira?
Fazem tudo pela calada!

11:21 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Obviamente, «do Aquilino». O Camilo ao pé dele é claro como água.

11:33 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Aposto um almoço no Tavares Rico que quando o Mário Soares der o chuto no balde, vai direitinho para o Panteão. O homem tem as credenciais todas e mais alguma.

2:31 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Há mesmo quem diga que o Soares já tem lugar marcado no Mosteiro dos Jerónimos, que subsequentemente mudará de nome para «dos Maristas».

3:14 da tarde  

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